Ano novo, comando novo e as Curtas sob nova direção

Ano novo, comando novo e as Curtas sob nova direção

, às 17h23 (atualizado em 06/01/17, às 17:23)
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E aê rubro-negros e rubro-negras! Vitória passou por um processo histórico que foi a eleição e a escolha dos presidentes pelo sócio-torcedor. Nesta coluna teve gente que caiu também e agora eu mando aqui.

Preparem o soro, o veneno tá concentrado.

Comunicação de cara nova: os assessores André Hiltner e Matheus Setenta saíram da assessoria. Rooooque (leia na voz do Sílvio) não caiu pois é patrimônio do clube e tem costas muito “Ademarmente” quente. Já Chico Galvão, o fotógrafo, não tinha e rodou também.

Cara nem tão nova assim: para repor as perdas comunicativas, foi chamado Moysés Suzart (é com “y”) do Correio24horas. O dileto é sobrinho de Sinval Vieira, não de sangue, mas tem ali o afeto quase familiar.

O poder é ela: e quem vai comandar é a ex-moça do Pida!, Érika Saraiva. A loiríssima será responsável pela comunicação e assessora-mor do clube, desde Conselho Diretor ao Conselho Deliberativo. No departamento de futebol não, já que tem uma “boca” que ocupa a vaga.

Mas cadê o Brasil?: o jornalista Jacson Brasil era o assessor da chapa durante a campanha. Era óbvio que seu cargo estaria certo na assessoria do clube, mas para o espanto geral, cadê Brasil? Nem precisou de um “planalto” pra cortá-lo, lamentável.

Pintando o sete: em dezembro, o Vitória anunciou parceria com as Tintas Festcor, até aí tudo bem. Acontece que o contrato com as Tintas Iquine vão até abril e não teve rescisão. Tanta tinta assim pra pintar o que?

Falando em pintura: ano passado, ao sair uma lista de sócios vimos bem de uns dez SMV com o nome Tintas Iquine. A pergunta que não quer calar é: a Festcor terá SMV também?

Las vacaciones del Pipi: o meia argentino Leandro Romagnoli estava curtindo as férias, de boa, aqui na Bahia. A diretoria que não é boba aproveitou e jogou um verde nele, “pero” o jogador vai encerrar a carreira esse ano e no San Lorenzo. Seria épico esse “by pass” tardio em Itinga.

E pra finalizar…

O pronunciamento: o atacante Marinho, com sua faixa de ídolo, convocou a imprensa, pediu a sala no Barradão emprestada e disse que quer ir pra China, pois quer “sair do aluguel” ganhando dinheiro com a cara do Mao Tsé. Mas logo depois…

A réplica: assim que Marinho terminou a fala, Sinval ouvindo tudo prontamente desceu e fez o discurso do “não é bem assim”. Ou seja, disse que teve uma proposta pro clube, mas só foi vantajosa pra Marinho, pro Vitória seria uma merrequinha. Isso aí, tem que bater na mesa mesmo.

A tréplica: não teve, mas seria necessário uma terceira pessoa entrar logo após Sinval e fazer todos ali entenderem que, como um jogador que ainda pertence ao clube diz na sala de imprensa do clube que vai sair, dando tchau e depois o diretor vem e desconstrói tudo aquilo.

 

Então é isso pessoas. A coluna Curtas agora é do Kisa (por tudo que é mais sagrado, não me chamem de Kieza). Se no Vitória teve mudança depois de algum tempo, aqui não seria diferente.

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