
O zagueiro Lucas Halter afirmou que a decisão de atuar pelo Vitória foi um dos passos mais importantes da sua carreira. Em entrevista ao ge, o defensor relembrou a saída de um clube campeão da Libertadores e do Campeonato Brasileiro para defender o Rubro-Negro.
“A todo mundo que me pergunta, eu falo que eu sou muito grato ao Vitória, especialmente ao presidente Fábio Mota, por eles terem aberto a porta para mim. Era o Carpini o treinador na época também, ele me ligou, conversou e me deu uma confiança absurda de acreditar no projeto do Vitória. E eu creio que foi uma decisão que eu tomei na minha vida que foi muito boa de ter ido para o Vitória”, afirmou.
Halter destacou que assumiu rapidamente protagonismo na equipe, chegando a usar a braçadeira de capitão ainda aos 24 anos. “Eu chego, já jogo alguns jogos, já viro capitão, então eu começo a ganhar confiança e minutagem. Joguei quase 50 jogos no ano”, disse.
O defensor classificou a temporada como desafiadora, marcada pela luta contra o rebaixamento até a última rodada do Campeonato Brasileiro. “Foi um ano de muito aprendizado, até por ser um capitão novo. A gente tomou muita porrada, brigou lá embaixo até a última rodada, mas eu falo que foi um ano abençoado e de muito aprendizado para mim”, declarou.
Ao comentar a troca de um clube de maior orçamento pelo Vitória, Halter ressaltou que encarou o movimento como desafio profissional. “Hoje no Brasil não existe mais time pequeno. Foi uma decisão difícil ir para o Vitória, um time que não tinha um orçamento muito grande comparado a outros clubes. Eu sabia que ia ser um desafio difícil, mas eu gosto disso”, afirmou.
Segundo o jogador, a permanência do Vitória na Série A foi resultado da união do grupo na reta final da temporada. “Mesmo depois de um ano conturbado, a partir da chegada do Jair a gente conseguiu se unir de novo e fazer com que o Vitória ficasse na Série A”, concluiu.







