Em um jogo sem erros de arbitragem, o Vitória venceu no melhor lugar do mundo (claro, para uns, porque para outros…). É embaçado demais. Goleada no Barradão e primeira parte da tabela garantida.
Mais uma vez, vimos a união entre desempenho e resultado no Manoel Barradas. Só deu Vitória na iluminada noite de Salvador ontem. Destaque, primeiramente, para a torcida, que fez o seu protesto de maneira justa, e também para alguns jogadores, principalmente Renê, Luan Cândido e Zé Vitor.
Abrimos o placar cedo e, quando menos esperávamos, o zagueiro do Coritiba foi expulso após o que seria a segunda assistência de Cândido, por impedir o gol do nosso camisa 91. A falta não adiantou nada: Erick — cidadão que o que toca vira ouro — rolou para Zé Vitor que, lembrando o gol de Kayser contra o Galo, balançou as redes fazendo o seu primeiro gol com a camisa do Colossal.
Entre uma cerveja e outra, o time “desligou o disjuntor” e tomou um gol no final do primeiro tempo, mantendo aquele clima de tensão no estádio. No entanto, o susto foi desfeito rapidamente com o gol de Tarzia, servido por quem? Ele mesmo, Renê. E para selar a furança, novamente Renê descolou um pênalti para o protagonista Erick guardar. Isso tudo com a torcida pedindo para o Arcanjo bater. Já pensou? Essa galera da bancada é única.
Depois foi só administrar e tentar ampliar o saldo, mas as mexidas não mantiveram o nível dos titulares e o placar ficou de bom tamanho. Batemos no segundo melhor visitante do campeonato. É o famoso “eu, eu, eu, caiu na toca…” sendo resgatado.
Só alegria neste domingão. Três pontos na conta, mensagem transmitida para o Brasil, ótimo desempenho e goleada para cravar a boa fase do Vitória e mostrar que, se nos respeitarem, poderemos ir longe. E vamos.
Avante, meu Leão!

