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Curtas: “Somente entre nós…”

às 8h00 (atualizado às 00:47 de 24/03/17)
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Publica-se as Curtas, mas fiquei somente entre nós…

Nada de jornalista no Barradão, mas… – É um comportamento normal no Vitória. No dia anterior ao jogo, os jornalistas só podem ficar por 15 minutos após a entrevista coletiva, mas o clube divulga a escalação. Ou seja, sem mistério.

Nada de jornalista no Barradão, mas… (2) – Para reduzir mais ainda o mistério, a escalação divulgada nas redes sociais do clube no jogo contra o Sergipe já veio com a movimentação dos jogadores.

Quem avisou da redução? – O Barradão diminuiu de tamanho: por conta da regulamentação do Estatuto do Torcedor, o Manoel Barradas perdeu mais de 4 mil lugares e a sua capacidade é de pouco mais de 30 mil lugares, mas o clube não se pronunciou pelos meios oficiais.

Quem avisou da redução? (2) – Sobre meios oficiais, quando o internauta procurar saber da capacidade do estádio no site, vai se deparar com a foto da maquete da Arena Barradão. Estranho né? Seria mensagem subliminar?

Fica só aqui – E a linha de transmissão pregou uma peça na assessoria do clube. Ao divulgar que o zagueiro Fred estava fora, um dos assessores se equivocou e soltou: “Fred precisou fazer uma cirurgia dentária com Dr. Eugênio Leite; tinha uma fratura na raiz; por isso está fora (também sentiu um desconforto na panturrilha, mas essa informação é somente entre nos)”. Ok, chefe!

As eleições seguem – O perfil do clube no Facebook ainda não saiu das eleições. Em post divulgando o trabalho muito bem feito por um grupo de torcedores da Ilha, que tem um programa de rádio voltado para o Vitória, um torcedor soltou a seguinte frase: “Show de bola, esse é o vitória cada vez mais forte.”. O perfil não pestanejou e retrucou: “Um Vitória do torcedor”.

As eleições seguem (2) – Sem querer, o torcedor falou o nome de uma das chapas que disputaram as eleições de dezembro, mas precisamente a do ex-presidente Raimundo Viana. O perfil rebateu com uma frase alusiva ao nome da chapa que ganhou as eleições.

E a AGE? – A mudança de data da AGE do dia 08 para o 02 gerou um rebuliço no Conselho. Muitos conselheiros não gostaram se juntaram ao movimento iniciado pela Rede Vitória Sem Fronteiras. Contudo, o clube manteve a data apesar do segundo jogo das quartas de finais da Copa Nordeste ser no mesmo dia.

E a AGE? (2) – Chamou atenção na lista de conselheiros foi a presença de Fábio Mota. Ele é ligado ao grupo de Adhemar Lemos e Albérico Mascarenhas que ajudaram na composição da atual chapa. Estranho!

Recado dado! – Vários grupos de torcedores fizeram proposições ao novo estatuto. Democrático, o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Catharino fez questão de se reunir com os ex-candidatos à presidência, Ricardo David e Paulo Carneiro.

Recado dado! (2) – Ele aceitou algumas proposições, mas rejeitou outras. As reuniões tiveram o intuito de explicar o motivo que as proposições não foram aceitas. Tudo para manter a santa paz!

Funcionaram – As Comissões idealizadas pela Ouvidoria já deram provas que funcionam. A Comissão de Ações Sociais deu a ideia para ação com as crianças com Síndrome de Down e a de marketing anda ajudando na formatação do novo SMV. Pena que alguns membros vazam o conteúdo das reuniões.

Fechou! – O contrato com a Topper anda deixando alguns conselheiros alegres com o que eles consideraram o maior contrato da história do Vitória. Segundo informações, o Leão passa a ter 100% do lucro da vendas das camisas, ou seja, o clube determinará o preço, que será mais baixo para o torcedor.

Novo SMV – Conforme anunciado, o Vitória fechou com a Futebol Card para gerir o novo plano de sócios. A ideia inicial é seja igual a um e-commerce, ou seja, cada torcedor montará o seu plano de acordo com as suas necessidades. Bela novidade.

 

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Ítalo Oliveira
Fundador do Arena Rubro-Negra, estudante de Engenharia de Produção e goleiro nas horas vagas. Vitória em qualquer ocasião
  • Lucas Rêgo

    Se 100% da venda das camisas ficaram com o vitoria, a topper ganha dinheiro com oq? consequentemente como seriamos pagos?

    • Ítalo Oliveira

      O Vitória será responsável pela revenda. A Topper produz e vende ao Vitória, que revende com um preço mais alto. Exemplo: cada camisa custa 40 reais para serem produzida, a Topper vende por 50 e o Vitória revende a 100. Com um preço mais baixo e um volume maior de vendas, todos ganham.