
Quando se fala de Remo, só me vem à memória a música Remador, de Parangolé, no auge de 2007, com aquele Vitória de Apodi e Joãzinho. Só quem é sabe, viu. Pode ter certeza. E como essa faixa me traz excelentes recordações, a estreia na série A de 2026 não será diferente. É o primeiro jogo e esse já vale 6 pontos, acredite se quiser.
A maioria dos clubes que vêm da B retornam com a desconfiança do torcedor. Isso se dá, claro, por conta do poder financeiro que, normalmente, é problemático, uma vez que a queda é extremamente prejudicial. A não ser que seu time seja um CAP ou uma SAF responsável. Ao destacar isso, fica claro que o Remo entra neste ano para lutar contra o rebaixamento, algo que, até então, é o que ocorrerá com o Vitória também. É o que eu quero? Negativo, contudo é a realidade.
Clamamos por um ano tranquilo, porém só teremos esta certeza quando o bolo começar a fermentar, já que ainda não temos uma injeção financeira que nos permita trazer as primeiras opções da lista. Se a gente começa o ano com Breno Lopes, Moisés e mais dois zagueiros seguros, a conversa seria outra, mas não é caso.
Por isso, o que faltou domingo não pode faltar amanhã, pois agora é a hora do vamos ver. Iniciar vencendo é necessário por diversos motivos: jogo no Barradão, Remo vindo da série B, sequência de Palmeiras e Flamengo e também para apagar a má impressão transmitida no bavi.
É pouca coisa. Esse é o Vitória que conheço. Final de copa do mundo em sua estreia. Não tem jeito. Caiu no colo, tem que botar para dormir. É a única forma de conseguirmos um ano mais leve. Importa como termina sim, mas o começo pode abrir inúmeras outras portas as quais serão mais legais de acessar. Pode ter certeza. Aviso: Aqui na capital, Remo, só um leão impera e vocês já sabem qual é. Se não conhecem, chegou a hora. O ânimo que faltava agora é real.
Avante, meu Leão.







