
É, pai. Água dura, viu. Que tarde, meus amigos. Tudo deu certo no Barradas e colocamos o Mira no seu devido lugar, porque o sol, nem tinha. Climinha perfeito para a prática esportiva e, sobretudo, para a vitória do Vitória.
Os secadores estão sumidos. O time do amor não tem dado espaço para eles. É o jogo todo concentrado e com uma vontade que faz esses jogadores dignos, hoje, para vestirem o manto rubro-negro. O que Baralhas fez ali na linha do escanteio representou muito o torcedor na arquibancada. Como é bom ver isso. Demorou, mas depois da chegada de Jair, os caras encarnaram o espírito do E.C.Vitória.
Em mais uma partida tensa, o capita abriu o placar depois de um bolão de Erick e explodiu o estádio que não para de apoiar. No entanto, o Mirassol joga muito confortável. É possível notar, na expressão corporal dos atletas a serenidade e confiança que há anos presencio no Barradão. É, realmente, um baita coletivo.
Mas ontem, a transpiração, o desejo e a necessidade da vitória nos fez experimentar esse resultado adiado há um tempo no santuário, porque já íamos para o terceiro empate dentro de casa contra eles. Felizmente, esse tabu foi de “arrasta” com o penal batido por Matheuzinho. Não sei se Walter estudou ele, porém ficou no meio do gol, onde nosso dez costuma chutar, mas nosso miniMessi trocou a batida (ainda bem).
Texto encerrado com muita alegria. É tão gostoso ser Vitória. Agora é comemorar o resultado e aguardar as duas últimas finais. Vamos juntos, pois só assim dará certo, já que juntos somos fortes e unidos somos…
Avante, meu Leão.







