Se não há regras para o amor, trégua

Se não há regras para o amor, trégua. Sim, claro. Sou Vitória e não um saco de batatas. As feridas ficam, mas o corpo e a alma seguem unidos, sem pestanejar.

Agora, sim, depois da ressaca do Ba-Vi, de volta para o mata-mata da Copa do Brasil. Jogando fora, não dá para esperar, racionalmente, algo diferente do que vem ocorrendo; contudo, por conta do último jogo, algo diz que tem gente querendo dar uma resposta. Preciso e sinceramente quero pensar desse jeito.

Com alguns retornos e algumas baixas, vamos para o, agora definido, São Januário, o caldeirão do Vasco. Mas se as coisas começarem a dar errado, você já sabe, né? A torcida vira contra o próprio clube. Então, temos uma missão: fazer as coisas darem errado para eles e certas para nós.

Linha de zaga aparentemente estabelecida; a dúvida é no ataque. Renê ou Kayser? Pra mim, Kayser, o papai do Vasco. Ademais, hoje, nosso grande camisa 10 pega um banquinho para respirar. Este é, obviamente, o Matheusinho, como diz meu parceiro @tiagoluizoficial.

Portanto, vamos jogar e voltar vivos; isso é fundamental e já percebemos o que é possível fazer quando este elenco está passando por maus bocados no Barradão. Logo, sobrevivam mudando a postura e serão, naturalmente, recompensados.

Avante, meu Leão!

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Brener Pereira
Brener Pereira
Professor, educador e apaixonado pelo Esporte Clube Vitória.

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