O show de horrores e a falta de respostas: Um outro tipo de Vitória

Por mais que a gente já vá sabendo, as derrotas só vão ficando piores. E o descontrole é tão grande que as coletivas passaram também a ser um show de horrores, isto é, sabe aquela discussão em que não há mais nada para falar, mas você não quer perdê-la?

Sobre campo, mais do mesmo. Time desleixado, sem confiança e frágil. Parece que colocaram numa posição de aceitar o erro e ponto. É um desespero assistir às partidas do Vitória. Como pode uma mudança tão drástica? Não fora de casa, uma vez que isso não mudou, contudo pela forma como estamos perdendo. Se nem isso fez os caras mudarem, o que pode ser feito?

Sim, hoje as perguntas são mais importantes do que as respostas, já que essas não temos. E ainda há problemas se você quiser saber. É importante sim ler os textos de Caíque e Marinho, pois mostraram que entenderam as nossas dores e ainda se importam, no entanto é pouco.

Taticamente, não há nada. Ademais, é inaceitável um jogador passar por 5 sozinho e fazer o gol. É inadmissível furar a bola daquele jeito, sobretudo nesse contexto. A pressão é grande, mas o apoio também. Logo, não dá para entender.

Foram três duras porradas na semana. Uma pior do que a outra. Clássico, um jogador a mais e reservas do adversário. Foi e está sendo claramente o pior final de mês para quem torce para o Esporte Clube Vitória.

Avante, meu Leão!

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Brener Pereira
Brener Pereira
Professor, educador e apaixonado pelo Esporte Clube Vitória.

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