Traumas, chutões e a velha história longe de Salvador

Sinceramente, zero expectativa, mas a gente tenta, né? Vai que… Foi ontem? Não, especialmente quando a referência é este Vitória que tem dificuldade quando enfrenta qualquer um fora de casa. Se foi assim com a Chape, imagine contra o Flamengo.

Logo no primeiro lance, o adversário chegou com uma testada. E aí você sabe, né? O medo da goleada veio logo à tona, mas não tanto quanto quando levamos o gol de Pulgar antes dos 15 minutos de jogo. Os traumas me perseguiram fortemente.

Contudo, o jogo foi passando, o Vitória no padrão: sem conseguir construir e destruindo, quando dava, as tentativas do rubro-negro carioca. Sem ofensividade, sem gol, sem resultado positivo. O único time que tomou gol sem ter tido um chute contra a sua meta foi o próprio Vitória na Sul-Americana. Lembra? Infelizmente.

No segundo tempo, os caras fizeram o que fazem sempre em um tempo ou no outro: rodar a bola de um lado para o outro. O adversário induz a tocar para o lado, naturalmente aciona o gatilho de marcação e nos força a tocar para trás até chegar em Arcanjo para ele dar um chutão e ver se Zé Vitor deixa alguém na cara do gol com uma “casquinha”.

Portanto, quando a expectativa não é alta, a queda é menor. Mas, como não vencemos fora, a obrigação é ganhar dentro. Dessa forma, não há outra conversa nestes dois próximos confrontos no Barradão.

Avante, meu Leão!

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Brener Pereira
Brener Pereira
Professor, educador e apaixonado pelo Esporte Clube Vitória.

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